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terça-feira, 15 de novembro de 2011

just

Just stay cold for now.
Just  now.  
Before it hits.
Before it takes.

domingo, 15 de novembro de 2009

Tudo muda, tudo parte...

- Isto não é só_____ pois não?
- É uma febre difícil de dominar…
- Também não era nada disto
(E Deus riu-se)
Mais valia não sentir nada.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

E sabes?...Passou

Tentei descortinar a história, mesmo não sendo minha
Continuei, e … estou em ti, não no teu sagrado medo
Porque esse, já não existe
E dizes...e sentes…. e escreves
Aquela palavra, que por um só momento ….senti
Aquele momento, em que olhei para os teus olhos
E sabes?….Passou
Passou….e a história ficou distante

sábado, 5 de setembro de 2009

Wrong moment

Acabou! Achei que este não era o melhor “sítio” para escrever e que este não é de todo o melhor“momento”. Mas posso ter sorte!
Numa palavra? …talvez duas - “de génio”, só não quero ver mais.
Onde estou? Estou aqui, presa a uma imagem em câmara lenta, no meu momento diferente, no meu momento irreal…

domingo, 2 de agosto de 2009

A noite de dia

Hoje sou alguém, alguém que está por fora e por isso estou imune a qualquer tipo de ideologias, de sentimentos, de fantasias de sonhos e até de pressentimentos. É como se eu não tivesse sangue a correr nas veias, é como se eu não existisse, no fundo não existo, resisto…
Amanhã serei eu outra vez, ou talvez não, porque se a noite não passar, e se eu não dormir, então o amanhã não existirá e o hoje será sempre hoje.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Alguma coisa me perturba

Acho que é a realidade, que não é harmonizável às representações que fazemos dela, aos nossos desejos e aos nossos quadros de raciocínio. Neste momento, não consigo raciocinar, ou não quero e isso perturba-me.
Odeio gostar! Mas faço-o de uma forma restrita, não generalizada.

sábado, 11 de julho de 2009

Atrás de desilusão

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Devo...mas não posso

Posso, mas não devo
Devo, mas não quero
Quero, mas não posso

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Descer ao inferno e voltar para contar a história

Passeámos juntos, entrámos desvairadamente naquela cidade obscura, aquela que todos temem. Sentimos o calor das pessoas que cruzavam por aquelas ruas tenebrosas, ouvimos vozes distantes, sentimos os nossos pés próximos do vulcão.
Avistámos uma nuvem de fumo, era escura, seu aroma caiu sobre nós como um pesado manto de pedra. Respirámos fundo, sentámo-nos e ouvimos vozes uma vez mais, não conseguíamos perceber de onde vinham, mas ficámos.
O fumo da nuvem tornava-se cada vez mais escura, senti medo, mas não deixava de a contemplar, algo me fascinava.
O cansaço tomou conta do meu corpo, tinha sono, fui dormir a pensar em ti. Tu que és um sonhador, que te atiras pelo precipício, aquele que tu criaste, sem receios, sem arrependimentos, sem mágoas.
Não se pode abandonar um sonho, quando este nos persegue, mas então… que faço! Quando devo acordar? Tu… que estavas ao meu lado, sentiste a minha angústia, foi então que sussurrastes ao meu ouvido. Lentamente, acordei daquele sonho que parecia não ter fim, olhei para o céu e a nuvem já não estava lá.
A cidade já não queria dormir e eu já não queria mais sonhar. Amanhã dar-te-ei o último beijo e vou voltar para contar esta história.
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