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terça-feira, 23 de outubro de 2012

Muro de Lisboa

Não que seja um Adeus...
pois vou estar sempre viciada em ti
Aprendi a gostar de ti
foste o meu palco da minha história
o lugar privilegiado
foste a minha noite, o meu dia. foste os nossos dias.
O começo de uma outra história, que não será publicada
mas guardada, nos nossos corações.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Não fiz o melhor,
mas fiz tudo para que o melhor fosse feito .
Não sou o que deveria ser,
mas não sou o que era antes."


Martin Luther King

domingo, 1 de maio de 2011

She

Maybe the reason I survive
The why and wherefore I'm alive
The one I'll care for through the rough and ready years
Me I'll take her laughter and her tears
And make them all my souvenirs
For where she goes I've got to be
The meaning of my life is
She, she, she

Para as mulheres da minha vida

quarta-feira, 23 de março de 2011

quarta-feira, 9 de março de 2011

Just keep walking

Temos o hábito de escrever a pessoas que nos inspiram, pessoas com quem nos cruzamos, idealizamos e muitas vezes ignoramos. E nunca escrevi para ti….”Just keep walking”, foi a frase que escreveste no momento certo.
Sei, que provavelmente nunca irás ler este post. Sei, que eu provavelmente não voltarei a escrever desta forma. Mas, apesar de não seres o homem que trabalha todos os dias, senti que não deveria ter medo. 
Continua a andar... mesmo que caminhemos em sentidos diferentes.
_
Just keep walking

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

30 DAYS


















For A beautiful LIE with a bad romance FROM YESTERDAY , I can´t remember the OBLIVION.
I read a message in a bottle, THE STORY called KINGS AND QUEENS where THE FANTASY was CLOSER TO THE EDGE and today he killed with his eyes

…and I whisper, you are my ALIBI

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

This is War

Hoje, John Peel rompeu-me a manhã. Em dia de guerra.
- Quer fazer o favor de traduzir isto para francês?
Estou esgotada
de ler mensagens
115 é o meu número
deixou de ser nosso
para ser só meu
Esta é a minha guerra
No dia em que John Peel rompeu-me pela manhã

terça-feira, 27 de abril de 2010

A renúncia

Eu disse-te, que os anjos e os pássaros revogavam e que nós adiamos tudo, estimulados por uma qualquer "espécie" quase extinta. E perdemos...

terça-feira, 23 de março de 2010

Som de espadas

E hoje,
toda a escrita é de espadas
numa provação profunda
murmurada e sussurrada
numa noite prolongada
Ou talvez…
um pouco mais
E hoje,
apenas hoje
todo o espaço não abunda
e há sempre a desculpa
de chegar um pouco tarde
Mais tarde,
quem sabe…
Quero ouvir o som de espadas
mergulhada na verdade
numa noite incontornável
.

Mas hoje,
todo o tempo é fomentado
numa frase devorada
onde a “espera” morre cedo
numa hora um pouco escrita
para não chegar mais tarde

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Home

Another day has come
another day has gone
and I wanna go home
So please….
take me home

domingo, 24 de janeiro de 2010

Sometimes

Às vezes até acho graça toda esta falta de sintonia.
Anda…persegue-me e encontra-te no fim do meu início. E não digas mais nada!

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

You raise me up

When one body go weaken
and all the time night falls
you penetrate me fiercely
on a diabolic invasion
and on a divine moment
on a new animal rescue
time reborn alone
on a world
__
Where I am not anymore an animal

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Uma Ode aos sentidos

Neste “reino”, a promessa não é viajar pelo passado, mas sim um desabrochar de novos caminhos, num passeio mítico e secreto reservado a sensações por idealizar, estigmatizado à sombra de um ritual ainda que ignorado.
A viagem promete intensidade a cada passo, num gesto delicado aliado a uma voz que gentilmente me diz – chama-me Fado - em nome do espectáculo, exercido na plenitude de um passo de dança, à qual lhe chamarei a Alma do Complexo.
Neste “reino” o mote é singular inspirado na riqueza e na soberania de uma herança histórica onde todos os sentidos consagram-se num só, numa luta insaciável e arrojada, em que Pessoa entra nos meus sonhos segredando-me ao ouvido em que diz “saber não ter ilusões é absolutamente necessário para se poder ter sonhos”.
E a noite continua, numa cidade fatal, num “reino” pretensioso em que  digo: nunca mais!

domingo, 20 de dezembro de 2009

Não há como não sentir

Não existem regras,
formas de escrever
nem palavras que descrevam,
porque dói só de olhar,
mas não é uma dor vulgar,
porque não há como não sentir,
porque é eterno,
porque há amor,
porque é a minha verdade.
Mesmo antes de te sentir
e depois….
e depois não há como não sentir,

desde o primeiro momento,
o primeiro olhar,
toque,
cheiro…
porque é único
porque é eterno,
porque não dá para não sentir
todos os dias
até aos restos dos meus dias
muito para além dos dias

__
Faz hoje 3 anos...

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Can you see it too?

O dia começou chuvoso e apesar do cinzento a luz impôs-se sobre um edifício do início do séc. XX, onde outrora funcionava a antiga metalurgia, criando assim, uma atmosfera única na cidade.
Troco as horas pela simplicidade e por momentos em que não estás presente… mas troco, na construção de um pensamento aliado à serenidade e aos aromas que me incendeiam neste dia.
As portas abrem-se e sinto uma fragrância enérgica como se estivesse no meio da floresta, num cenário impregnado de lucidez.
A porta é do elevador e estou em pleno século XXI, a simplicidade é uma das características que me seduz, o minimalismo e as cores que deslumbram esta cidade, que amo de paixão.
O dia começou chuvoso, mas não vai terminar cinzento na ousadia de ultrapassar a palavra “futuro”, num dia em que deverá ser sempre mais.

"
The Future needs a big kiss, winds blow with a twist, never seen a move like this. Can you see it too?"
Um dia vamos ter de acordar...

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Cansei-me de ser politicamente correcta.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

You say

"Love is a temple, love a higher law
You ask me to enter, but then you make me crawl
And I can't be holding on to what you got
When all you got is hurt"
Did I disappoint you?
U2

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

A Cidade do Vício

Talvez possa começar assim: a noite desce sobre a cidade. O nevoeiro já o cobre aquele rio imenso. Ou então, assim: desligo, volto a ligar e volto a ouvir as mentiras das verdades. Desligo mais uma vez…e a música contínua. Será que não dá para mudarem a gravação? Não. O melhor é pôr de lado, esta história.
Parto para outra e recomeço: estou num café e oiço a palavra deserto e penso que a palavra deserto é impossível, parece-me um nome divino, um nome difícil, um tanto obscuro e impraticável, que desaparece sem deixar sinais de uma dor ou de uma alegria que não sejam derradeiras.
Mas isso é outra história, prefiro voltar para a cidade do meu vício, aquela em que avanço pela noite dentro, às vezes secretamente, outras vezes nem tanto.
Hoje estive lá… senti-te perdido como quem anda de rua em rua e já não há tempo que valha.
O tempo do mundo parou às portas desta cidade e é um vício já não consegues sair dela.


Parte para outra cidade
Parte
Que eu parto contigo

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

... hoje voltastes.
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