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sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Este é o meu lugar de paixão absoluta, onde o acaso não existe. A imagem que guardo é um misterioso tráfico do meu desejo.

sábado, 5 de setembro de 2009

Wrong moment

Acabou! Achei que este não era o melhor “sítio” para escrever e que este não é de todo o melhor“momento”. Mas posso ter sorte!
Numa palavra? …talvez duas - “de génio”, só não quero ver mais.
Onde estou? Estou aqui, presa a uma imagem em câmara lenta, no meu momento diferente, no meu momento irreal…

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

...sim

Ficámos com um rasto de luz, dissestes tu
Tu que és alguém, mas não és tu
Ficámos agora sós
Tu lês e não entendes
se as palavras são tuas
E assim ficamos
juntos na incerteza
Presos ao silêncio súbito
e às palavras que dissemos
Sobrevivendo dentro de nós
a luz
a confissão e a entrega desejada
às vezes… por vezes
quando a memória adormece
e uma só palavra incendeia
aquele súbito desejo
.

Lembras-te ?

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Devo...mas não posso

Posso, mas não devo
Devo, mas não quero
Quero, mas não posso

Posso...mas não devo

Posso até ouvir o mar, ver estrelas, sentir o teu perfume, sentir o vento na minha pele, lembrar-me do teu olhar, sussurrar ao teu ouvido. Posso mil e uma coisas…
Só não quero ouvir a chuva a cair sobre a minha janela.

Porque se esse dia chegar, estarei completamente perdida...

quarta-feira, 1 de julho de 2009

E se...

Não sei para quem respondo, porque respondo… de qualquer das formas a resposta seria: acredito em tudo aquilo que sinto.
A resposta seria essa mesma, contudo, já não é. É engraçado, ontem vi um filme (The Curious Case of Benjamin Button) e numa cena o personagem faz uma série de interrogações, relativamente a uma série de consequências, dizendo e se… “e se apenas uma coisa acontecesse de maneira diferente? ”
A minha resposta mudou em cinco segundos, já não posso acreditar no que sinto.
E se...hoje não me apetecesse responder?

domingo, 28 de junho de 2009

Diante de ti, começa o diálogo silencioso

Juntos começamos a separar todos os elemento, até que tudo nos faça sentido para a nossa cognição.
Pensamos nas motivações, na interacção com o mundo, pensamos em valores, representamos, idealizamos linhas e direcções, numa só palavra, sinto o vento.
Diante de ti consigo ver o teu lado mais agressivo, mais frio, mais hostil, mais provocante.
Diante de ti, estremeço, arrepio-me, envolvo-me, facilmente me perco, mas no final percebo que todos estes elementos compõe o quadro.
Diante de ti, percebo a forma como harmonizamos todos estes elementos juntos.
Numa só palavra, sinto-te…mesmo que eu não esteja diante de ti.
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