quarta-feira, 31 de março de 2010
domingo, 28 de março de 2010
terça-feira, 23 de março de 2010
Som de espadas
E hoje,
toda a escrita é de espadas
numa provação profunda
murmurada e sussurrada
numa noite prolongada
Ou talvez…
um pouco mais
E hoje,
apenas hoje
todo o espaço não abunda
e há sempre a desculpa
de chegar um pouco tarde
Mais tarde,
quem sabe…
Quero ouvir o som de espadas
mergulhada na verdade
numa noite incontornável
.
Mas hoje,
todo o tempo é fomentado
numa frase devorada
onde a “espera” morre cedo
numa hora um pouco escrita
para não chegar mais tarde
toda a escrita é de espadas
numa provação profunda
murmurada e sussurrada
numa noite prolongada
Ou talvez…
um pouco mais
E hoje,
apenas hoje
todo o espaço não abunda
e há sempre a desculpa
de chegar um pouco tarde
Mais tarde,
quem sabe…
Quero ouvir o som de espadas
mergulhada na verdade
numa noite incontornável
.
Mas hoje,
todo o tempo é fomentado
numa frase devorada
onde a “espera” morre cedo
numa hora um pouco escrita
para não chegar mais tarde
segunda-feira, 15 de março de 2010
I need a break
quinta-feira, 11 de março de 2010
Perfume
Disseram-me. dizem e digo-te assim. como disseram ao mundo. que algumas almas são perfumadas. que tem um brilho e que tocam. que perfumam tudo e todos. de uma forma delicada. mas que no fundo são eternas. a minha foi uma delas.
Estou em ti...mesmo que ninguém saiba o meu nome.
Estou em ti...mesmo que ninguém saiba o meu nome.
sábado, 6 de março de 2010
It's Complicated
-Sabias que dá sorte começar uma construção com chuva?
- A sério?
- Sim
- É conhecido por isso....por ser um bom presságio
- Ainda bem, posso precisar de um...
- A sério?
- Sim
- É conhecido por isso....por ser um bom presságio
- Ainda bem, posso precisar de um...
terça-feira, 2 de março de 2010
Por hoje...por agora
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Estou implicadíssima…
Apenas li meia dúzia de palavras e já não queria sair “dele”. Estou implicadíssima…mas houve uma altura em que “ele” parou comigo. Ficamos a ouvir Bossa Nova e coisas assim e quando olhei por cima do seu “ombro”, deparei que existe uma ética literária no olhar, ou então, existe uma mecânica entranhada entre “nós”.
Estou implicadíssima…mas tenho que ter liberdade no olhar.
Existe um "sufoco" no centro mundo, que está a desaparecer e esta é a minha liberdade…não perdi os sentidos, apenas olho com fascínio e simultaneamente, com alguma distância.
Estou implicadíssima…mas tenho que ter liberdade no olhar.
Existe um "sufoco" no centro mundo, que está a desaparecer e esta é a minha liberdade…não perdi os sentidos, apenas olho com fascínio e simultaneamente, com alguma distância.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
domingo, 14 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
18 de Dezembro de 2009
Suspeitávamos de tudo. E de repente, calámo-nos na certeza que não queríamos ter e na verdade que não podíamos ver.
Estávamos de olhos vendados e era tudo mentira, ela manipulava-nos levando-nos ao cume da montanha. Seria para voltar?
- Senta-te aqui ao pé de mim e vê o que te rodeia.
- O que eu vejo não tem razão nenhuma de ser e como tu dizes, existe outra coisa por trás, mas é imaginária.
- Imaginária?
- E não disseste logo?! Gosto de te ouvir…mas preciso que saibas que eu não tenho outra vida. Criei-o, mas depois não vejo e é assim dia após dia. Crio-o outra vez, de dia, de noite, como posso e me deixam. Tu sabes…que existem dias em que não conseguimos dormir.
Gosto de te ouvir! Conta. E depois?
- E depois? Temos vivido aqui e sabemos que nenhum de nós se conhece. Que durante o tempo que passou, houve um ser interior que se criou, sem que nenhum de nós suspeitasse. Um ser que me mete medo e atrai.
- Que fazemos?
- O mesmo que fizemos na noite passada, lá ninguém nos conhece!
No ano seguinte, tudo mudará…
Estávamos de olhos vendados e era tudo mentira, ela manipulava-nos levando-nos ao cume da montanha. Seria para voltar?
- Senta-te aqui ao pé de mim e vê o que te rodeia.
- O que eu vejo não tem razão nenhuma de ser e como tu dizes, existe outra coisa por trás, mas é imaginária.
- Imaginária?
- E não disseste logo?! Gosto de te ouvir…mas preciso que saibas que eu não tenho outra vida. Criei-o, mas depois não vejo e é assim dia após dia. Crio-o outra vez, de dia, de noite, como posso e me deixam. Tu sabes…que existem dias em que não conseguimos dormir.
Gosto de te ouvir! Conta. E depois?
- E depois? Temos vivido aqui e sabemos que nenhum de nós se conhece. Que durante o tempo que passou, houve um ser interior que se criou, sem que nenhum de nós suspeitasse. Um ser que me mete medo e atrai.
- Que fazemos?
- O mesmo que fizemos na noite passada, lá ninguém nos conhece!
No ano seguinte, tudo mudará…
_
Amanhã dar-te-ei o último beijo e vou voltar para contar esta história
Etiquetas:
Just my imagination
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Quando foi a última vez que te perdeste?
Perderam-nos o rasto
onde flutuavam
fugazes conjunções
flagelando
de um modo quase
corrupto
na hora da sombra perdida.
Não soubeste?!
_
que foi assim me perdi ...
onde flutuavam
fugazes conjunções
flagelando
de um modo quase
corrupto
na hora da sombra perdida.
Não soubeste?!
_
que foi assim me perdi ...
domingo, 24 de janeiro de 2010
Sometimes
Às vezes até acho graça toda esta falta de sintonia.
Anda…persegue-me e encontra-te no fim do meu início. E não digas mais nada!
Anda…persegue-me e encontra-te no fim do meu início. E não digas mais nada!
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Que se façam de loucos
Saberia eu, se não fosse eu
que dentro de um milhão de anos
os gestos ficarão nítidos
e que sem delírios
as palavras farão sentido.
E que se façam de loucos
que naveguem
que as chuvas inundem
que se façam desenhos
que se rasguem…
Saberia eu (disse eu)
que lá fora, as cores cantam
que há chamas que se esgotam
que por excesso
ou…. por um pouco mais
quebra-se um copo
desmonta-se um epigrama
E que eu…
dentro de um milhão de anos
não poderia ser tanto
Saberia eu…se fosse eu.
que dentro de um milhão de anos
os gestos ficarão nítidos
e que sem delírios
as palavras farão sentido.
E que se façam de loucos
que naveguem
que as chuvas inundem
que se façam desenhos
que se rasguem…
Saberia eu (disse eu)
que lá fora, as cores cantam
que há chamas que se esgotam
que por excesso
ou…. por um pouco mais
quebra-se um copo
desmonta-se um epigrama
E que eu…
dentro de um milhão de anos
não poderia ser tanto
Saberia eu…se fosse eu.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Ainda anoto no bloco
...lá ninguém sabe…ninguém nota….não podem saber…eu não quero...por isso saio de lá…e não consigo…por falarem a minha língua…é pelo que ainda não sei…lá eu sou outra…sou como me ensinaram...como me querem e me esperam….lá eu não posso….é impossível….por isso venho para aqui...não sei…mas não deve ser só por isso…
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
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