...lá ninguém sabe…ninguém nota….não podem saber…eu não quero...por isso saio de lá…e não consigo…por falarem a minha língua…é pelo que ainda não sei…lá eu sou outra…sou como me ensinaram...como me querem e me esperam….lá eu não posso….é impossível….por isso venho para aqui...não sei…mas não deve ser só por isso…
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
It's not for you..
Não existe nenhuma finalidade previsível. O facto de estar aqui e aceitar umas quantas palavras, surge apenas da minha consciência da escrita, na leitura de um tempo ontológico. Existe um mundo aqui, que procura ser mais do que eu, entendê-lo deixou de ser permissível. O impulso manifesta-se através do silêncio que não me ocorre, mas que vagueia por aí. Não adivinho o que ainda é duradouro.
A negação persiste…mas não existe.
A negação persiste…mas não existe.
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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
4 de Julho de 2009
E não queria mais nada. Descemos tão fundo que chegámos ao ponto onde éramos um só, certos de que nada nos poderia acontecer. Estávamos tão enganados!
Tudo fluía de uma forma tão fugaz, que nem tempo tínhamos para raciocinar, perdermos os reflexos e cada vez descíamos mais.
- Queres voltar?
- Não
- E a história?
- A história não existe… persiste.
- E depois...voltamos?
- Se me acordares…
___
Amanhã dar-te-ei o último beijo e vou voltar para contar esta história.
Tudo fluía de uma forma tão fugaz, que nem tempo tínhamos para raciocinar, perdermos os reflexos e cada vez descíamos mais.
- Queres voltar?
- Não
- E a história?
- A história não existe… persiste.
- E depois...voltamos?
- Se me acordares…
___
Amanhã dar-te-ei o último beijo e vou voltar para contar esta história.
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segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Passei por aqui…
com novas (a)versões....óbvio que não é por acaso. Todos estes títulos encontram-se, desordenados algures numa mesa-de-cabeceira, disputando horas incertas.
Inevitavelmente, atraiçoam todo o mecanismo lógico do raciocínio, projectando em cada fase algo mítico que se reproduz numa espécie de saber que nada se sabe.
Inevitavelmente, atraiçoam todo o mecanismo lógico do raciocínio, projectando em cada fase algo mítico que se reproduz numa espécie de saber que nada se sabe.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
É possível
É possível que eu esqueça toda a imensidão da lua
as histórias resumidas, mas não menos singulares
os segredos na chegada
da entrega desejada
É possível que eu esqueça
a urgência das palavras
ali ditas ou trocadas
no grito de águas paradas
É possível que eu esqueça
a noite atordoada
diluída ou pesada
pela alba que não tarda
É possível que eu esqueça
a verdade desfocada
as demências reveladas
mas não menos demoradas
É possível …
as histórias resumidas, mas não menos singulares
os segredos na chegada
da entrega desejada
É possível que eu esqueça
a urgência das palavras
ali ditas ou trocadas
no grito de águas paradas
É possível que eu esqueça
a noite atordoada
diluída ou pesada
pela alba que não tarda
É possível que eu esqueça
a verdade desfocada
as demências reveladas
mas não menos demoradas
É possível …
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terça-feira, 10 de novembro de 2009
Well, I'd rather start off slow
O que vou dizer a seguir (será muito pouco) é dado por aquilo que vale e nada mais, são opiniões pessoais, vision things , resultado de uma curta estadia num país diferente daquilo que me fora dado a conhecer antes. O meu texto é fruto de uma colisão, ou de um deslumbramento que se reflecte na entrega, sem maldade deliberada e com alguma distorção com a realidade.
Também….quem disse que eu sou real?

Também….quem disse que eu sou real?

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quarta-feira, 28 de outubro de 2009
O meu segredo
A hora da escrita aproxima-seO segredo revela-se um pouco
Um pouco tímido, um pouco inquieto
Um pouco absurdo… eu sei
Mas se estamos num mundo em que o céu não existe
Então? Que diferença faz!
Entra…chegou o momento
De consumir as montanhas
Assim...baixinho...
Ao som de um piano
Não!
Não quero mais nada
Só sentir...
....
...na pele
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quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Para ti
Ocorre-me esbarrar em ti
Por estas linhas ilusórias
Que não vês
Mas ocorre-te
Ocorre-me ironizar
Trocando palavras ausentes
Entrelaçando-as subtilmente
Por outras linhas…
Contraditórias
Ocorre-me… pelo o teu sorriso
e pelo mistério que corre
Indistintamente
Ocorre-me
…
Por estas linhas ilusórias
Que não vês
Mas ocorre-te
Ocorre-me ironizar
Trocando palavras ausentes
Entrelaçando-as subtilmente
Por outras linhas…
Contraditórias
Ocorre-me… pelo o teu sorriso
e pelo mistério que corre
Indistintamente
Ocorre-me
…
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terça-feira, 22 de setembro de 2009
Imagens
Recantos. Olhares. Gestos
E repentinamente
Surge outra imagem
Sempre outra e ainda outra
Penumbras que se fixam
Onde repousam as sombras
Inesquecíveis
Imagens que escapam
Aos sentidos
Às explicações
Às vozes ocultas
E ao silêncio que vem
E repentinamente
Surge outra imagem
Sempre outra e ainda outra
Penumbras que se fixam
Onde repousam as sombras
Inesquecíveis
Imagens que escapam
Aos sentidos
Às explicações
Às vozes ocultas
E ao silêncio que vem
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
sábado, 29 de agosto de 2009
domingo, 23 de agosto de 2009
Wake up Wake up
-Estás em Paris.
- Não, não pode ser. No meu sonho estou numa casa à beira mar, ainda a ouvir o murmurar das ondas…Não ouves? Não sentes?
-Acorda, deixa os sonhos. Já é tarde!
- Tarde! Para quê? Mas aqui, nem há mar!
-Não te lembras? Das promessas, dos desejos, das fantasias? Tinha que ser em Paris.
-Sim, lembro-me. Só ainda não sei o que irá acontecer, mas sinto que será algo único.
-Então? Acorda e vamos!
-Espera, tu sabes que eu gosto de ficar mais um pouco na cama depois de acordar, ajuda-me a enfrentar aquilo que me espera.
-Esperar! Enfrentar! Não querias, não queres?
-Sim, quero muito, cada vez mais
…
- Não, não pode ser. No meu sonho estou numa casa à beira mar, ainda a ouvir o murmurar das ondas…Não ouves? Não sentes?
-Acorda, deixa os sonhos. Já é tarde!
- Tarde! Para quê? Mas aqui, nem há mar!
-Não te lembras? Das promessas, dos desejos, das fantasias? Tinha que ser em Paris.
-Sim, lembro-me. Só ainda não sei o que irá acontecer, mas sinto que será algo único.
-Então? Acorda e vamos!
-Espera, tu sabes que eu gosto de ficar mais um pouco na cama depois de acordar, ajuda-me a enfrentar aquilo que me espera.
-Esperar! Enfrentar! Não querias, não queres?
-Sim, quero muito, cada vez mais
…
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terça-feira, 14 de julho de 2009
Eu já te tinha dito?
Que quando olho para o mar, não vejo as ondas
Que quando caminho, não sinto o chão
Que o sol já não nasce aqui e por isso os dias não passam por mim
Eu já te tinha dito?
Que quando oiço uma música, o som volta atrás, é como não tivesse fim
Que vejo o que vês sem que me vejas
E por isso não sei onde estou
Eu já te tinha dito?
Que é por nunca te ter tido que ainda te quero
Que às vezes acho que não existes
E se existes, não sei onde estás
Eu já te tinha dito?
Que nunca te disse
Que nunca direi
Que nunca senti
Mas que sempre sonhei
Que quando caminho, não sinto o chão
Que o sol já não nasce aqui e por isso os dias não passam por mim
Eu já te tinha dito?
Que quando oiço uma música, o som volta atrás, é como não tivesse fim
Que vejo o que vês sem que me vejas
E por isso não sei onde estou
Eu já te tinha dito?
Que é por nunca te ter tido que ainda te quero
Que às vezes acho que não existes
E se existes, não sei onde estás
Eu já te tinha dito?
Que nunca te disse
Que nunca direi
Que nunca senti
Mas que sempre sonhei
segunda-feira, 6 de julho de 2009
"Loucos são aqueles que me chamam de louca por não terem inteligência suficiente para me entender"
Quem partiu a borboleta da roda?
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sábado, 6 de junho de 2009
O outro lado
Prefiro que tudo me passe ao lado
Prefiro ter razões, objectivos, programas e sentidos
Prefiro o óbvio
Prefiro outro mundo
Prefiro o que não é real
O que não palpável, o que não tem cheiro, o que nunca senti
Prefiro contrariar
Prefiro não ser eu
E ouvir o riso de Deus…
Prefiro ter razões, objectivos, programas e sentidos
Prefiro o óbvio
Prefiro outro mundo
Prefiro o que não é real
O que não palpável, o que não tem cheiro, o que nunca senti
Prefiro contrariar
Prefiro não ser eu
E ouvir o riso de Deus…
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