quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Take 1

Para ser sincera, às vezes gostava era de ser realizador, aquela imagem do tipo sentado numa cadeira de lona e que de repente grita e diz: «- luz, câmara, acção», seduz-me veemente muito para além de um cenário hipotético e altamente improvável.
A luz transforma qualquer imagem, poderosa, consegue manipular o que verdadeiramente pretendemos captar.
A câmara, essa é quase como um espelho, em constante movimento, consegue evidenciar aquele ângulo quase único e impetuoso.
A acção é quase como um jogo estratégico em tempo real, em relação ao seu verdadeiro tempo.

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